sexta-feira, 29 de novembro de 2013
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Uma justiça injusta para Hugo Ernano
"Foragido
da prisão há oito anos (assaltava velhinhas), Sandro decide roubar um
armazém. Para o efeito, leva uma carrinha branca com o filho menor no
banco do pendura. Como se sabe, os putos são bons para carregar coisas. À
porta do armazém já assaltado, um GNR, Hugo Ernano, manda parar a
carrinha. Sandro não está pelo ajustes, carrega no acelerador, tenta
passar por cima do polícia, foge em alta velocidade.
Hugo Ernano entra no carro de serviço, conduzido por um colega, começa a
perseguição. Na proximidade de uma Casa do Gaiato cheia de meninos
àquela hora, Ernano decide tentar imobilizar a carrinha com a pistola de
serviço. Atira dois para o ar, e um para a roda esquerda. Apesar do
embate, a carrinha continua. De seguida, Ernano decide atirar sobre a
roda direita. Problema? Com o movimento do carro, os tiros sobem e
atingem o filho do assaltante que ia no lugar do pendura, o lugar do
morto. Perante este cenário, qual foi a decisão da excelsa justiça
portuguesa? Um tribunal de Loures decidiu prender o polícia (nove anos) e
dar uma indemnização de 20 mil euros ao assaltante devido à morte do
filho. A parte relativa à indemnização é aberrante, a parte relativa à
prisão do GNR é mais do que criticável.
Comecemos pela aberração. A indemnização é um insulto a qualquer código moral. Um bandido que transforma o filho no compincha de um assalto não pode receber 20 mil euros quando esse filho morre no decurso do assalto. A trágica morte da criança só podia agravar a pena inicial (2 anos por roubo) do pai, o grande responsável pela tragédia. Isto é tão absurdo, que até parece piada. Os nossos magistrados estão tão afastados da moral comum, que julgam impura e conspurcada pelo povinho, que acabam por produzir estas aberrações éticas. Estamos a falar da magistratura que é incapaz de prender um indivíduo que espanca um bebé.
E o que dizer da prisão do GNR? Bom, é certo que o agente em questão tem um historial de abusos. As leis que limitam o poder policial existem precisamente para proteger a sociedade destes excessos. Tenho amigos polícias em diversos departamentos. Quando começam com queixas relativas à burocracia e não sei quê, a minha reacção é sempre a mesma: num estado de direito, o trabalho da polícia deve ser complicado; se queres trabalho fácil, emigra para um estado policial. Eu não quero nas ruas de Lisboa uma polícia como o Bope, que atira para matar, que transforma o criminoso num inimigo. Mas também não quero esta magistratura portuguesa que queima de forma ideológica a autoridade da polícia. Nem um 8 marcial nem um 80 queridinho. Num país que dá penas suspensas a pedófilos, prender um polícia desta forma é um acto mais do que criticável. Tal como escreveu a juíza-presidente (que votou vencida), Hugo Ernano não teve intenções homicidas; revelou, no máximo, incompetência policial. Devia ser criticado, até podia ficar suspenso durante x meses, mas nunca devia ter sido tratado como um criminoso.
Voltamos sempre ao mesmo: à justiça da ditadura, que tinha duas espadas, seguiu-se uma justiça com duas balanças."
Henrique Raposo
Comecemos pela aberração. A indemnização é um insulto a qualquer código moral. Um bandido que transforma o filho no compincha de um assalto não pode receber 20 mil euros quando esse filho morre no decurso do assalto. A trágica morte da criança só podia agravar a pena inicial (2 anos por roubo) do pai, o grande responsável pela tragédia. Isto é tão absurdo, que até parece piada. Os nossos magistrados estão tão afastados da moral comum, que julgam impura e conspurcada pelo povinho, que acabam por produzir estas aberrações éticas. Estamos a falar da magistratura que é incapaz de prender um indivíduo que espanca um bebé.
E o que dizer da prisão do GNR? Bom, é certo que o agente em questão tem um historial de abusos. As leis que limitam o poder policial existem precisamente para proteger a sociedade destes excessos. Tenho amigos polícias em diversos departamentos. Quando começam com queixas relativas à burocracia e não sei quê, a minha reacção é sempre a mesma: num estado de direito, o trabalho da polícia deve ser complicado; se queres trabalho fácil, emigra para um estado policial. Eu não quero nas ruas de Lisboa uma polícia como o Bope, que atira para matar, que transforma o criminoso num inimigo. Mas também não quero esta magistratura portuguesa que queima de forma ideológica a autoridade da polícia. Nem um 8 marcial nem um 80 queridinho. Num país que dá penas suspensas a pedófilos, prender um polícia desta forma é um acto mais do que criticável. Tal como escreveu a juíza-presidente (que votou vencida), Hugo Ernano não teve intenções homicidas; revelou, no máximo, incompetência policial. Devia ser criticado, até podia ficar suspenso durante x meses, mas nunca devia ter sido tratado como um criminoso.
Voltamos sempre ao mesmo: à justiça da ditadura, que tinha duas espadas, seguiu-se uma justiça com duas balanças."
Henrique Raposo
domingo, 24 de novembro de 2013
Morte do militar da GNR desta madrugada relembra Hugo Ernano
O militar da GNR que esta madrugada morreu no cumprimento do dever em muito me fez recordar o Hugo Ernano!
O Hugo Ernano,caso não tivesse tido os reflexos necessários para se
lançar para o capot do carro-patrulha,se calhar teria sido mesmo
atropelado e quem sabe tambem igualmente tivesse perdido a vida,mas
graças a Deus está vivo,mas porque cumpriu o seu dever como profissional
das forças de segurança,foi condenado injustamente...e se este militar
que morreu,tivesse se defendido e morto o moldavo que o atingiu
mortalmente??Em vez de estar morto,estaria certamente como Hugo
Ernano:suspenso das suas funções ,com um processo em cima e se calhar
igualmente com a sua vida desgraçada e a sua honra e dignidade
manchada,porque tinha morto um criminoso com a sua arma...conclusão,a
morte ou a injustiça!!Pois é meus amigos,e dirijo-me a todos os
elementos das forças de segurança:mais vale presos por cumprirem o vosso
dever do que mortos!!O meu aplauso para todos vocês...e a minha mais
sincera homenagem ao militar que esta noite morreu a cumprir a sua
missão e a todos aqueles que já pereceram enquanto cumpriam a sua
missão,e deram a propria vida para proteger e defender os outros!!
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Hugo Ernano merece justiça
Hugo Ernano, um militar da GNR igual a tantos outros, estava em mais um turno de serviço,dentro do carro-patrulha com o seu colega de serviço e um outro guarda, a quem tinham acabado de dar boleia para o posto, quando receberam uma chamada via rádio a informa-los de um assalto . Demoraram apenas dois minutos a chegar ao local que estava a ser assaltado
Já dentro da propriedade, Armando Passeira, o caseiro, mandou parar os guardas e, de dedo em riste, informou-os : "Vai ali uma carrinha."
Hugo Ernano e os colegas viram a Ford Transit branca ao pé de uns contentores.
Inverteram a marcha ,era o colega do Hugo Ernano quem ia a conduzir e, 250 metros mais à frente, o Hugo saiu do carro-patrulha.
Pôs-se no meio do caminho de terra batida, levantou o braço esquerdo, gritou "alto" e pôs a mão direita no coldre.
Sandro Lourenço desrespeitou e ignorou a ordem dada pelo militar da GNR e tentou mesmo atropelá-lo.
Para fugir à investida,e evitar ser atropelado o militar da GNR rebolou para cima do capô do carro-patrulha(como se pode ver o objectivo do condutor da viatura em fuga era mesmo acertar em cheio no militar da GNR,e não fossem os bons relexos dele,se calhar quem estaria morto era ele) .
E começava assim uma perseguição de um quilómetro, que só terminaria no Largo da Igreja.
Foi de sirenes sempre ligadas, que Hugo Ernano pediu reforços via rádio,reforços esses que estavam ainda um pouo distantes do local.
A Ford Transit, com 15 anos, teimava em dar luta ao carro da GNR, com o velocímetro avariado e as suspensões partidas. Sandro, que ia a conduzir, parecia saber o que estava a fazer(ou não fosse ele já um entendido em fugas,pois estava evadido do estabelecimento prisional de Alcoentree): quando entraram na zona residencial, entre ruas estreitas, passou a circular aos ziguezagues, sobretudo nas curvas, para evitar que a polícia o ultrapassasse(como se pode ver,um "expert" em manobras de fuga á policia) .
Ao chegar aos tanques da roupa, foi quando Hugo Ernano e os colegas recearam o pior: a carrinha circulava descontrolada e, mais à frente, junto ao Largo da Igreja, deveriam estar dezenas de crianças da Casa do Gaiato, prontas para embarcar numa excursão.
Se a perseguição continuasse, por entre cruzamentos tão estreitos, poderia haver um atropelamento colectivo.
E foi então que Hugo Ernano decidiu puxar da arma e disparar dois tiros para o ar, em jeito de advertência, numa zona ladeada só por muros e onde não existiam casas(e sem qualquer risco para ninguém).
Era necessário que a viatura em fuga a alta velocidade parasse, mas, lá dentro, o condutor insistia na fuga(não se preocupando nunca com a segurança do proprio filho que seguia com ele na mesma viatura) .
Hugo Ernano disparou então um terceiro tiro e acertou no pneu traseiro do lado esquerdo.
Dentro do carro-patrulha ouviu-se um estrondo.
Momentos antes, o militar tinha visto um homem com a cabeça e um braço de fora da carrinha, empunhando um objecto pequeno e preto, que parecia ser uma arma(o que significaria perigo eminente para os proprios militares da GNR).
Naquela fracção de segundo, os militares da GNR ficaram confusos: seria o estrondo o barulho do pneu atingido ou um disparo de retaliação vindo da carrinha?(qualquer elemento das forças de segurança teria a mesma duvida naquelas circunstâncias).
Hugo Ernano teve de pensar ,de decidir e agir muito rápidamente,em segundos ,e rapidamente fez o que achou mais correcto naquele momento!
E foi quando se sentou à janela do carro-patrulha, pegou na arma de serviço com a mão direita, apoiada na mão esquerda, e fez pontaria ao pneu direito(na correcta decisão de obrigar a viatura em fuga a parar).
Apenas não contou com o desnivelamento da berma da estrada em que seguiam e que o carro-patrulha desse um solavanco e, por isso mesmo sem contar,no momento em que já tinha a mão no gatilho o militar disparou dois tiros consecutivos que atingiram a parte traseira da Ford Transit, a poucos centímetros acima da roda direita acidentalmente.
E foi ai que finalmente Sandro Lourenço parou finalmente a carrinha, no Largo da Igreja.
A porta da carrinha abriu--se e lá de dentro saiu um cão(claro,num assalto ,a presença de um cão pode amedrontar as vitimas e deve ter servido de alibi perfeito para a mãe do menor autorizar que ele fosse com o pai para uma "caça aos ouriços" e não para um assalto que foi para onde ele o levou na realidade).
Hugo Ernano algemou Sandro e os outros dois colegas tomaram conta do lado do pendura.
Quando abriram a porta,foi quando se aperceberam que Paulo Jorge(o menor de 13 anos levado pelo pai para o assalto)tinha sido atingido.
Uma das últimas balas disparadas por Hugo Ernano entrou pela parte de trás da Ford Transit, atravessou a zona de carga, enfiou-se no banco do meio, atingindo o rapaz pelas costas. Entretanto ja com a viatura imobilizada, chegaram os reforços e o INEM,que ainda transportou o menor ao hospital.
Mas Paulo Jorge morreu a caminho do hospital, antes de ser levado pelo INEM ainda pediu desculpa a Hugo Ernano.
"Senhor guarda, desculpe. O meu pai ia-o matando."
O militar da GNR disse-lhe que isso agora não importava nada, enquanto tentava estancar-lhe o sangue da ferida de 0,8 cm de diâmetro(e ainda condenam este militar?).
Dentro da carrinha encontraram todo o material roubado na quinta : 54 extensores das obras avaliados em 1620 euros e uma pistola semiautomática de calibre 6,35 mm caída no chão.
No porta-luvas, onde a bala que atingiu o menor ficou alojada, havia ainda cinco cartuchos de caça de calibre 12(eu não sou perita em balistica,mas pergunto eu ,como foi que a bala ficou alojada no porta-luvas se a criança iria no banco do meio,e o projectil lhe teria entrado pelas costas e saido pelo peito??por norma o porta luvas é do lado direito certo??só se na carrinha ficava ao meio ...)
O militar da GNR que então disparou foi condenado a nove anos de prisão efectiva, julgado por três juízes, que não foram unânimes na decisão.
A juíza-presidente discordou, mas acabou vencida por maioria. Hugo Ernano teve de mudar de casa e de trabalho e, apesar de já terem passado mais de cinco anos, continua a receber ameaças de morte.
Por causa do julgamento, viu a vida pessoal e o passado profissional serem expostos.
Colegas e chefes desfilaram no tribunal e garantiram que sempre foi um guarda exímio mas impulsivo,mas em situações de grande perigo,ser impulsivo pode ser arriscado mas tambem pode salvar uma vida,pensem nisso!!
Em 2003 foi suspenso da GNR, teve participação noutros inquéritos e foi repreendido, num outro momento, por conflitos com um colega???sim,pelos vistos foi foi....mas ja pagou por isso,foi inquirido,repreendido e suspenso e como tal,esses factos pertencem ao passado e nada tem a vêr com este caso especifico!!
Não busquem ao passado dele,argumentos para o condenarem no presente...ele não é criminoso nenhum,ele combate o crime !!
Das detençoes que Hugo Ernano fez ate hoje a que mais lhe custou tenho a certeza que foi a da própria irmã...meus amigos(as),que maior prova de profissionalismo ,justiça e integridade um militar da GNR pode dar além dessa,deter uma irmã??acho que mais nenhuma...e acho que tuddo fica dito!!!
, na Quinta do Maçapez, no Bairro dos Lóios.
sábado, 16 de novembro de 2013
Carta para Hugo Ernano
Hugo Ernano: Mais do que nunca ,hoje eu quero te dizer mais uma vez :estou contigo!!
Não porque es um militar da GNR ,não porque és o Hugo Ernano...mas sim porque es um simples ser humano como todos nós,és filho,és irmão ,és marido e pai!!
Os teus filhos têm todo o direito de crescer contigo ao lado,tens muito ainda para lhes ensinares e não é porque apenas cumpris- te o que um dia juras- te perante uma bandeira :proteger e defender todos os cidadãos,que tens que perder o crescimento dos teus filhos!!
Uma criança perdeu a vida...correcto e afirmativo ,sem duvida alguma!!
Incorrecto foi o pai dessa mesma criança tê-la levado para um assalto!!
Pergunto-me eu...será que a ida dessa criança para um assalto terá sido a 1ª vez??deixo no ar a questão...
Ainda deixo no ar outra questão:se a criança não tivesse morrido ,os pais ficariam sem ela na mesma ,porque????porque neste caso o tribunal de menores obrigatoriamente teria retirar essa criança aos pais or se encontrar em risco...ou sera que o facto de estar no assalto com o pai não faria diferença nenhuma para o tribunal??dá que pensar....
E se o Hugo Ernano não tivesse tido os reflexos necessários para evitar o atropelamento e tivesse ele perdido a vida...como seria???
Pois é,são demasiadas perguntas sem resposta eu sei,mas que nos devem fazer pensar...e em especial ao juri que condenou o Hugo Ernano!!
A morte da criança foi resultado de um infeliz acaso,o projectil que a atingiu não era para ela...será assim tão dificil de compreender???e alias,como poderia ser para ela se nem o Hugo sabia que ela ia la dentro??
Por amor de Deus,foi a alta velocidade da viatura em fuga e os solavancos da mesma devido ao piso incerto em que seguiam que alterou a trajectoria e o alvo do projectil direccionado acertadamente para um dos pneus traseiros!!
E foi ainda a rapidez de decisão e acção do Hugo e da sua equipa que provavelmente evitou que a tragedia fosse maior...a carrinha em fuga a alta velocidade poderia ter feito varias vitimas ,entre elas crianças...pensem nisso!!!
E ja agora mais um pormenor:o Hugo e a sua equipa deveriam ter esperado por reforços??pelos vistos os mesmos demoravam um certo tempo ,e nesse "tempo" de espera sem nada fazerem,entretanto muita coisa poderia acontecer ,e em vez de estar agora a responder por uma vitima...se calhar estaria a responder por muitas mais ,e ainda estava a responder por ter sido negligente e nada ter feito!!
Então como é??preso por ter cão...e por não ter!!
Vamos la pensar e reflectir...e que a verdade dos factos se sobreponha a tudo o resto e que a justiça finalmente tire a venda e seja mesmo justa!!!
E por isso mesmo,eu e todos nós vamos apoiar Hugo Ernano...ate ao supremo se preciso for,em nome da verdade e da justiça!!
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
domingo, 10 de novembro de 2013
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